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Na última edição da revista do CENP, saiu uma entrevista excelente do Ulisses Zamboni, presidente da SantaClaraNitro sobre Planejamento que repasso aqui pra vocês e que acho que merece atenção especial.
Aproveitem.
Definindo a função – ou não…
A primeira e melhor definição do planejamento de comunicação: o ideal é que não haja uma função de planejador, já que planejar não é uma função; é um processo e, como tal, deve ser disseminado por toda a agência. Se temos o planejamento da comunicação como um processo, já temos aí um princípio importante, porque se toda a agência planeja, você pode fazer dela uma agência integrada, 360 graus, que é o que todo cliente sonha ter. Quando uma agência entende que planejar é um processo orgânico e não uma função, ela começa o seu processo de integração, contando com as cabeças de vários departamentos, do clássico atendimento ao clássico criador, e não dependendo só do planejador. Isso é muito importante para as médias, pequenas e pequeníssimas agências que alegam justamente não ter dinheiro para contratar um planejador. E quem disse que elas não têm ou não podem ter um planejador? Basta que vejam a atividade como um processo. Olhando a coisa desta forma, qualquer agência pode ter planejamento, independente do seu tamanho.
Escapando de uma armadilha
Um segundo ponto importante e que é uma armadilha para as pequenas e médias agências: burocratizar o planejamento. Hoje, é comum qualquer coisa ser considerado planejar, mas planejamento é, acima de tudo, estratégia, é ter começo, meio e fim para fazer uma marca mais forte, vender mais etc. Se você usou estratégia, está fazendo planejamento. A correspondência entre estas palavras é perfeita. A armadilha da burocracia tem de ser evitada, mas ainda é comum as pequenas e médias agências caírem nela. O que é estratégia? Há uma máxima em psicoterapia que diz que, quando você faz as mesmas coisas esperando resultados diferentes, está no caminho da esquizofrenia. A estratégia só existe quando você faz algo diferente para conseguir resultados diferentes. É você juntar elementos para mover determinado problema ou desafio e tirá-Io da inércia, da zona de conforto. A estratégia só existe para conseguir algo que não existe hoje. São os caminhos que vão levar a determinado resultado.
E se o cliente não souber o que quer?
A definição da estratégia nos leva a um passo anterior: o cliente precisa saber o que quer ao decidir investir em publicidade. E isso nem sempre é assim. O cliente pode não saber bem o que quer, até porque, muitas vezes, está dentro do problema, e quanto menor for o anunciante, mais comum deve ser este problema. Neste caso, a agência tem de ter a capacidade de analisar e identificar o desejo do cliente e funcionar como um tutor para ele. Isso é comum de se ver em pequenas agências, inclusive pelo laço de amizade que, muitas vezes, ligam os donos das agências aos anunciantes.
O planejador nas pequenas agências
As grandes agências têm massa crítica para fazer planejamento, algumas médias também. Já as pequenas e pequeníssimas agências têm dificuldades naturais para tanto, pelas suas estruturas necessariamente compactas. Nestas, os melhores planejadores tendem a ser os seus próprios donos, porque são, antes de tudo, empreendedores. São planejadores natos e começaram fazendo isso com as próprias carreiras e podem perfeitamente fazer o mesmo para os seus clientes. O planejamento está no DNA da empresa e, nas pequenas organizações, está no DNA do dono. Não importa que sejam criadores, por exemplo. Tenho aqui na Santa Clara criadores que dão banho de planejamento. Por que os bons criadores se tornaram empresários de sucesso? Porque eram bons planejadores. Eles tiram todo mundo da zona de conforto, não deixam nada parado. Isto é planejamento. As pequenas agências precisam atender aos clientes tendo seu dono à frente. Não acho isso errado. Quebrar esta regra é raro.
Saia do padrão!
O planejador nato precisa estar fora do padrão e não pode ter medo de rótulos, senão está fadado à mesmice. Quanto mais verdadeira for a vivência do diferente pelo planejador, melhor.
Para isso, você não pode ser uma pessoa muito normal. Um dos segredos do planejador é ter um modo de vida diferente, um outro jeito de encarar a vida, um dia a dia distinto da média. Quanto mais regular for a vida do planejador, mais padrão será o nível da resposta dada por ele aos problemas dos clientes. Vidas normais, respostas normais. Não precisa ser um super-homem; precisa ser diferente, ir a lugares diferentes, ter amigos diferentes, entender estilos de vida de pessoas distantes do nosso dia a dia. Quanto mais visões você tiver, melhor irá resolver o desejo do cliente. As pessoas tendem a achar que planejar é ter fórmulas – e é tudo o que planejar não é.
Metodologias existem e devem ser praticadas, mas a conquista se dá pelo insight. Quanto mais perspectiva de visão o planejador tiver de determinado problema, mais encantado ficará o anunciante. Ele normalmente vê o problema por um único ângulo. Quando você olha sempre pelo mesmo ângulo, não sai do lugar porque todas as respostas já foram formuladas. O planejador, obrigatoriamente, tem de olhar as coisas por ângulos diferentes. Assim, ele vai oxigenar o processo e provavelmente vai conseguir mover o problema. O bom planejador é aquele que olha o problema por um ângulo diferente.
Claro que você precisa ter inteligência emocional para tratar com o cliente – você deve ser diferente, mas não se alienar da sociedade. Mesmo diante de um cliente bem convencional com um produto convencional para público convencional – e especialmente neste caso -, ser diferente faz a diferença. Como o produto já é bem maduro, tudo já foi bastante usado. A velocidade do mercado, o nível de obsolescência das estratégias, tudo é muito alto. Você tem de se renovar a cada campanha, tem de ser extraordinário para se destacar, senão perde o cliente para alguém que veio com algo novo. Por regra, quanto mais commodity for o produto, mais extraordinário tem de ser o planejamento. Prova disso é o Omo, a segunda marca mais valiosa do Brasil, muito antiga e absolutamente commodity, mas que tem uma comunicação extraordinária.
O pior erro
O pior erro do planejador é se afastar das demais ferramentas de marketing – produto, preço e ponto de venda. Ele precisa entender de promoção, marketing direto, assessoria de imprensa e outras facetas da comunicação, mas principalmente de outras alavancas de marketing, que vão fazer diferença nos resultados do cliente. A publicidade não faz milagre. Nem sempre é possível atrair mais consumidores só com a publicidade. É preciso também as demais alavancas de marketing para poder converter novos consumidores. É verdade que ainda temos no Brasil muitos segmentos de produtos e serviços com baixa penetração, nesses casos, as ferramentas de comunicação geralmente bastam para impulsionar as vendas. Mas quando a penetração do produto já é maior, é indispensável usar todas as ferramentas de marketing, associando-as às de comunicação.
Nestas horas, é preciso coragem para analisar a situação do cliente e dizer a ele que, antes da publicidade, talvez seja preciso resolver a questão do preço, do posicionamento do produto, do arranjo e do treinamento da equipe de vendedores etc. É preciso ter a coragem de dizer ao cliente que, no caso dele, sem resolver antes estes problemas, a publicidade pode apenas piorar a situação, maximizando as perdas. Ele vai chegar na gôndola e ver um produto mal posicionado, de preço alto, sem condições de concorrer. Não vai servir de nada o trabalho de comunicação, e o cliente acaba cobrando isso da agência. Às vezes, o milagre vem graças a outras coisas, como a distribuição, o preço, o ponto de venda.
O bom planejador
Considero o bom planejador aquele que passou na faculdade ou na pós-graduação por alguma metodologia científica – engenharia, arquitetura, até medicina. Quando você passou por um curso desses, consegue entender melhor metodologias científicas, coisas como a lei de ação e reação, a lógica, o racionalismo -, e isso o ajuda a pensar, faz de você um cara que sabe pensar.
Falta na maioria das faculdades, hoje, fazer o aluno raciocinar. E planejamento é raciocínio. O planejador que não tem raciocínio lógico não pode ser planejador. Com lógica, você pega qualquer problema para resolver. Por isso gosto de contratar gente que passou por cursos onde há bases sólidas em metodologias científicas. Se há de haver um academicismo, este é a lógica.
Sociologia também é importante: nunca se precisou tanto dela. A economia digital tem contribuído muito para o planejador entender os raciocínios lógicos contemporâneos. Quando você fala de comunidade de web, de mídia social, fala de sociologia. Minha recomendação é a leitura de autores que teçam teorias sobre redes sociais e de comportamento humano no mundo digital porque, delas, você consegue extrapolar para outros universos. As ciências sociais nunca tiveram tanta importância na comunicação quanto hoje.
E depois?
O que se faz depois do plano desenhado e posto em prática? De novo: como o planejamento é um processo, todos que participaram dele devem vigiá-Io. O planejador pode ser o líder do processo, mas não há problema algum em alguém da agência assumir este processo. Planejar não é processo autoral, ao contrário da criação. É um processo coletivo, até porque se não fosse, um planejador teria de ser o super-homem, um iluminado.
O Post de hoje é sobre um dos monstros da alimentação mundial, o McDonalds, a mais famosa rede de fast food do mundo presente em 119 países. Mas este post não foi concebido com o intúito de comentar um case ou produto do seu vasto porftolio mas, sim, para falar sobre o polêmico documentário “Supersize Me – A dieta do Palhaço” que em 2004 abalou as estruturas do McDonalds por expor como pode ser prejudicial consumir em grandes quantidades e por um longo período de tempo fast foods com alto índice de gordura.

Bom, o documentário trata sobre uma experiência pela qual um sujeito chamado Morgan Spurlock se submeteu a se alimentar durante 30 dias somente de fast foods do McDonalds. O que motivou Spurlock a fazer este documentário foi sua insatisfação com os índices de gordura dos americanos que até hoje lideram o ranking de populações obesas.
O documentário começa com Spurlock indo a três médicos diferentes para comprovar seu bom estado de saúde e física antes do início do experimento. A partir dai ele começa uma rotina intensa de alimentar-se somente daquilo que é vendido nas lojas do McDonalds e as regras era as seguintes:
Spurlock chega ao trigésimo dia e atinje o seu objetivo. Em trinta dias, Spurlock comeu o tamanho “Super Size” em sua refeição em nove ocasiões ao longo do caminho (dos quais cinco foram no Texas). Os três médicos ficaram surpresos com o grau de deterioração da saúde de Spurlock. Um deles afirmou que era irreversivel o dano causado ao seu fígado, que pode sofrer, além disso, um ataque ao coração, mesmo perdendo todo o peso ganho durante o experimento. Ele disse que nesse periodo comeu mais refeições no McDonald’s que um estadonidense médio come em 8 anos.
Recomendo estedocumentário a todos. O filme foi lançado nos Estados Unidos em 7 de maio de 2004, arrecadando um total de U$28,548,087 dólares em todo o mundo, portanto, é o 8º documentário com os valores de bilheteria mais altos de todos os tempos. Foi indicado para o Oscar de Melhor Documentário, mas perdeu para Born into Brothels: Calcutta’s Red Light Kids.
Por enquanto é isso. Abraço!
Adriano Brandão
adriano@wegacom.com.br / MSN: drico83@hotmail.com
Todos sabem que a proposta deste blog é falar de marcas, branding, planejamento e mesclar isso com muita música boa e cinema. Mas quando falamos de um músico que é nosso amigo, acabamos virando suspeitos para fazer qualquer tipo de elogio. O talento do cara é reconhecido por todos aqueles que já ouviram ele tocar. Estou falando aqui de um amigo que este ano abriu o Show da Alanis Morissete em Porto Alegre no Pepsi on Stage e que futuramente vai me coseguir ingressos para a primeira apresentação dele na Australia, na Vodaphone Arena (tá valendo?). Tô falando do Ed, que já foi Call me Ed e agora é conhecido como Ed Napoli. Para apresentá-lo, vou dar um crtl c + crtl v na Bio que consta no site dele:
“Eduardo Di Napoli, born on the 18th of August of 1981 in the southernmost state of Brazil, got acquainted to music at an early age. As a child, Ed as he is commonly called – used to sing himself to sleep at night. As his interest in all sorts of music grew, so grew his interest in guitar playing. At 13 he started taking lessons and four years later he started his first band, named Tailfish. The band had Ed as lead singer and guitar player and toured the state for two years before breaking up so all the members could dedicate themselves to college. In 2003, right in the middle of his studies, Ed went on a one year trip to several european contries in order to broaden his horizons and let himself be influenced by other cultures and experiences. In Spain, he played at some night bars just to see how it went and that was when he realized that he was actually quite good at it. As soon as he came back, he started composing lyrics. Resumed college, got a job, just like so many stories alike. A sense of dissatisfaction surfaced, and more and more time was dedicated to composing. Two years later, Ed became a solid songwriter, with over 70 songs written. Supported by friends and family, and unlike many stories alike, Ed quit his job and started focusing on music again, realizing that that was his first, best, destiny. Always influenced by international music, Call me Ed the name came from the way he introduced himself to people – mixes together energy, power, emotion and melodic harmonies with strong and wise lyrics. Like some local musicians use to say about him: Ed has a soothing voice that can rise to thunder.”
Conheçam mais do Ed Napoli no MySpace: http://www.myspace.com/ednapoli
Boa noite Pessoal,
Vou indicar hoje o uso de uma nova rede social que está virando febre no Brasil e no mundo. Trata-se do Twitter, que é uma rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. (definição via Wikipedia).
Minha definição para o Twitter é uma espécie de rádio que fica 24h ligado nas pessoas que você quer saber o que elas estão fazendo ao longo do dia. Hoje, inclusive, muitas empresas de grande porte usam o Twitter para aproximar o relacionamento com seu cliente, como por exemplo o Telecine, Zero Hora, BBC e mais.
Acesse www.twitter.com e increva-se para conhecer esta excelente rede social.
Meu endereço no Twitter: www.twitter.com/adrianobrandao
Um abraço,
Adriano Brandão
Post sugerido pelo Gabriel Michels. Valeu pela contribuição, cabeça!




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A pedido do Gabriel.

Clique na imagem acima para ouvir no YouTube.
Por enquanto é só. Quem quiser sugerir algum post, fale comigo no MSN (drico83@hotmail.com) ou me manda um e-mail (adriano@wegacom.com.br).
Abraço,
Texto retirado na íntegra do livro The Brand Gap, de Marty Neumeier e que eu acho fantástico e reproduzo abaixo:
“Na maioria das empresas há uma profunda separação entre estratégia e criatividade. De um lado estão os estrategistas e profissionais do marketing que raciocinam com o lado esquerdo do cérebro – analíticos, lógicos, lineares, concretos, numéricos, verbais. Do outro lado estão os designers e criativos que pensam com o lado direito do cérebro – intuitivos, emotivos, espaciais, visuais, físicos.
Infelizmente, o lado esquerdo do cérebro nem sempre sabe o que o direito está fazendo. Quando existe uma fissura entre a estratégia e a criatividade, entre a lógica e a mágica, acontece o Abismo da Marca. Esse abismo pode fazer com que uma estratégia brilhante fracasse onde ela é mais importante, no ponto de contato com o cliente, e uma iniciativa ousada, antes mesmo de ser lançada, estará fadada a voltar à fase de planejamento.
Assim, o abismo entre estratégia e criatividade pode separar uma empresa de seus clientes de tal forma que nenhuma comunicação importante passe entre eles. Para o cliente, é como se ele estivesse tentando ouvir um rádio de alta tecnologia com auto falantes imcompatíveis: o sinal chega forte, mas os sons são ininteligíveis.”
Livro The Brand Gap, Marty Neumeier – editora Bookman.
Obs. Não pude colocar o video oficial do The Cure porque a gravadora (Universal) que detém os direitos da Música não permite que o video seja colocado em um site fora do YouTube! Então, coloquei um cover do Dinosaur Jr. e abaixo coloco o link oficial para a página do Youtube!
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O The Cure, formado em 1976, é uma das bandas mais importantes da música mundial de todos os tempos por ter lançado um estilo próprio e muito evidente de músicas e comportamento, que foi amplamente consumido durante muitos anos (e até hoje possui muitos admiradores). Classificado como “Rock Gótico” o The Cure é claramente uma banda que transita de forma fascinante nos ambientes obscuros do Rock Alternativo mundial.
Conheci The Cure por volta de 1995 e desde então procuro acompanhar o trabalho da banda. Mas como toda banda de rock clássica e famosa, o The Cure passou por várias e diversas fases: Nascimento, ascenção, queda, retorno… e por aí afora. Hoje em dia o único integrante que permanece da formação original é o vocal Robert Smith, que alias, na minha opinião é um dos artistas mais influentes da música tanto pelo talento profissional quanto pela figura exótica e, que convenhamos, é essencial no mundo do rock.
Com um bom repertório musical bastante variado e que possui alguns altos e baixos, o The Cure serviu de inspiração pra diversas outras grandes bandas do rock mundial: Smashing Pumpkins, Jane´s Addiction e Dinosaur Jr. (e eu desconfio muito que o Radio Head tem bastante influência vinda do The Cure… apesar de nunca ter visto isso ser noticiado.)
Algumas da músicas que eu gosto do The Cure (todas com link pro YouTube!)
2. Close to Me
4. Love Cats

Por enquanto é isso aí.
Grande abraço e falamos na sequência.
Hoje em dia existem diversas formas de como pode-se conduzir a Gestão de Marca de uma empresa. Três delas dominam basicamente esse cenário e todas possuem prós e contras.
Modelo 1 – Agência de Comunicação Integrada (One-Stop-Shop Agency): Este modelo surge com as agência tradicionais de Propaganda no inicio do século XX. Agência de propaganda normalmente eram as responsáveis por gerenciar a marca dos seus clientes e isto continua hoje em dia. Contudo, as agência passaram a ser multidisciplinares e acumular varios tipos de conhecimentos e áreas específicas dentro de sua própria estrutura. Outra forma são as holdings que acumulam diversas agências de várias especialidades dentro do seu guarda chuva, como por exemplo o grupo ABC do Nizan Guanaes que possui cerca de 10 agência de comunicação onde cada uma delas tem uma especialidade: Propaganda, Eventos, Marketing Promocional, Internet, etc.

Modelo 2 - Consultoria de Branding: Este modelo é uma variação do Modelo 1. Aqui o cliente opera com uma agência líder mas possui um consultor que planeja e administra o projeto, inclusive orientando a agência. Esta é uma forma positiva de trabalhar pois você pode escolher os fornecedores mais adequados para o que a empresa precisa: tanto uma agência com excelente departamento de criação quanto um consultor de marca muito experiente.
Modelo 3 – House Agency: Neste modelo a empresa tem todo departamente de comunicação e estratégia em Branding internos, ou seja, todas ações partem de dentro de sua própria equipe. O lado negativo nisto é que o trabalho tende a ficar “viciado” devido a contaminação que os profissionais de comunicação tem por estarem presentes no dia-a-dia da empresa e seus problemas e crenças. O lado positivo é que todas informações ficam sob controle da própria agência.
Todos modelos apresentam prós e contras. O importante é ver qual destas ferramentas se adapata melhor a sua necessidade. Qual você escolheria?
Obs. Teoria relativas ao livro The Brand Gap, de Marty Neumeier. Editora Bookman
Aquele abraço!
Adriano Brandão – adriano@wegacom.com.br
Now Playing: Coldplay – Warning Sign live at AOL Sessions
A Teoria das Relações Humanas é um dos capítulos que mais me agradam dentro do livro de Introdução à Teoria Geral da Administração (ver Idalberto Chiavenato, Editora Campus). Esta teoria pela primeira vez na história atribui a devida importância a fatores como motivação, liderança, comunicação, dinâmicas de grupo, etc sendo tratados como fatores determinantes no sucesso de uma organização. Dentro desta teoria, destaca-se a Influências da Motivação Humana onde a influência da motivação no comportamento das pessoas passa a ser estudado mais a fundo. Segundo essa teoria, existem três níveis de Necessidades Humanas Básicas ou estágios de Motivação:
1.Necessidades Fisiológicas;
2.Necessidades Psicológicas, e;
3.Necessidades de Auto-realização.
As necessidades Fisiológicas são consideradas vitais para a sobrevivência do ser humano. São inatas e instintivas: alimentação, sono, atividades físicas e sexuais, abrigo e proteção física contra perigos. Já as necessidades Psicológicas são consideradas secundárias e estão em um nível mais complexo de entendimento e satisfação. Segundo esta Teoria, dificilmente o homem satisfaz esta as Necessidades Psicológica de forma plena, que vão se desenvolvendo e se sofisticando gradativamente.
São estas as Necessidades Psicológicas principais:
a.Necessidade de Segurança íntima;
b.Necessidade de Participação;
c.Necessidade de auto-confiança, e;
d.Necessidade de afeição.
O terceiro grupo é o de Necessidades de Auto-realização. Esta categoria possui uma sofisticação maior e decorrem da educação e da cultura do indivíduo. Assim como o grupo 2, aqui dificilmente o homem atinge a plenitude de realização pois estará sempre buscando novas formas de se auto-realizar estabelecendo metas que tendem a crescer conforme a etapa anterior é atingida. Aqui o ser humano tentará estar em contínuo desenvolvimento no sentido mais elevado do termo.
Reflita sobre isso no contexto da sua empresa, produtos e serviços. Acho um exercício importante tentarmos enxergar nossos clientes nestes muitos aspectos e teorias pois elas acabam traçando um perfil mais aproximado daquilo que pode ser válido e acabar funcionando, numa eventual ação de vendas ou promocional – no caso específico aqui da agência. Faz sentido pra você?
Maiores detalhamentos desta e outras teorias, email-me em adriano@wegacom.com.br.
Até mais!
Adriano Brandão
Now Playing: Carlo Dallanese – Monday (Diego Logic Rmx)
Recebido via Twitter dos Comunicadores. Sobre as cores e marcas! Pra quem está querendo criar sua marca ou redesenha-la e não sabe que cores usar, segue como dica:

Inauguro uma subseção do meu blog que acompanhará todos meus próximos posts. No final de cada postagem colocarei a playlist do momento, dividindo com vocês a trilha sonora que estava no ar durante as postagens, já que em quase 100% dos momentos tem alguma coisa tocando no meu notebook. Sempre que houver disponível, colocarei o link pro YouTube! para que a música possa ser acessada.
Now Playing: John Mayer – Say (Theme form The Bucket List Movie)

Cena do filme "The Bucket List" com Morgan Freeman e Jack Nicholson
Até!
Adriano Brandão