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24 07 2009

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Planejamento para agências de todos os tamanhos

24 07 2009

Na última edição da revista do CENP, saiu uma entrevista excelente do Ulisses Zamboni, presidente da SantaClaraNitro sobre Planejamento que repasso aqui pra vocês e que acho que merece atenção especial.

Aproveitem.

Definindo a função – ou não…

A primeira e melhor definição do planejamento de comunicação: o ideal é que não haja uma função de planejador, já que planejar não é uma função; é um processo e, como tal, deve ser disseminado por toda a agência. Se temos o planejamento da comunicação como um processo, já temos aí um princípio importante, porque se toda a agência planeja, você pode fazer dela uma agência integrada, 360 graus, que é o que todo cliente sonha ter. Quando uma agência entende que planejar é um processo orgânico e não uma função, ela começa o seu processo de integração, contando com as cabeças de vários departamentos, do clássico atendimento ao clássico criador, e não dependendo só do planejador. Isso é muito importante para as médias, pequenas e pequeníssimas agências que alegam justamente não ter dinheiro para contratar um planejador. E quem disse que elas não têm ou não podem ter um planejador? Basta que vejam a atividade como um processo. Olhando a coisa desta forma, qualquer agência pode ter planejamento, independente do seu tamanho.

Escapando de uma armadilha

Um segundo ponto importante e que é uma armadilha para as pequenas e médias agências: burocratizar o planejamento. Hoje, é comum qualquer coisa ser considerado planejar, mas planejamento é, acima de tudo, estratégia, é ter começo, meio e fim para fazer uma marca mais forte, vender mais etc. Se você usou estratégia, está fazendo planejamento. A correspondência entre estas palavras é perfeita. A armadilha da burocracia tem de ser evitada, mas ainda é comum as pequenas e médias agências caírem nela. O que é estratégia? Há uma máxima em psicoterapia que diz que, quando você faz as mesmas coisas esperando resultados diferentes, está no caminho da esquizofrenia. A estratégia só existe quando você faz algo diferente para conseguir resultados diferentes. É você juntar elementos para mover determinado problema ou desafio e tirá-Io da inércia, da zona de conforto. A estratégia só existe para conseguir algo que não existe hoje. São os caminhos que vão levar a determinado resultado.

E se o cliente não souber o que quer?

A definição da estratégia nos leva a um passo anterior: o cliente precisa saber o que quer ao decidir investir em publicidade. E isso nem sempre é assim. O cliente pode não saber bem o que quer, até porque, muitas vezes, está dentro do problema, e quanto menor for o anunciante, mais comum deve ser este problema. Neste caso, a agência tem de ter a capacidade de analisar e identificar o desejo do cliente e funcionar como um tutor para ele. Isso é comum de se ver em pequenas agências, inclusive pelo laço de amizade que, muitas vezes, ligam os donos das agências aos anunciantes.

O planejador nas pequenas agências

As grandes agências têm massa crítica para fazer planejamento, algumas médias também. Já as pequenas e pequeníssimas agências têm dificuldades naturais para tanto, pelas suas estruturas necessariamente compactas. Nestas, os melhores planejadores tendem a ser os seus próprios donos, porque são, antes de tudo, empreendedores. São planejadores natos e começaram fazendo isso com as próprias carreiras e podem perfeitamente fazer o mesmo para os seus clientes. O planejamento está no DNA da empresa e, nas pequenas organizações, está no DNA do dono. Não importa que sejam criadores, por exemplo. Tenho aqui na Santa Clara criadores que dão banho de planejamento. Por que os bons criadores se tornaram empresários de sucesso? Porque eram bons planejadores. Eles tiram todo mundo da zona de conforto, não deixam nada parado. Isto é planejamento. As pequenas agências precisam atender aos clientes tendo seu dono à frente. Não acho isso errado. Quebrar esta regra é raro.

Saia do padrão!

O planejador nato precisa estar fora do padrão e não pode ter medo de rótulos, senão está fadado à mesmice. Quanto mais verdadeira for a vivência do diferente pelo planejador, melhor.

Para isso, você não pode ser uma pessoa muito normal. Um dos segredos do planejador é ter um modo de vida diferente, um outro jeito de encarar a vida, um dia a dia distinto da média. Quanto mais regular for a vida do planejador, mais padrão será o nível da resposta dada por ele aos problemas dos clientes. Vidas normais, respostas normais. Não precisa ser um super-homem; precisa ser diferente, ir a lugares diferentes, ter amigos diferentes, entender estilos de vida de pessoas distantes do nosso dia a dia. Quanto mais visões você tiver, melhor irá resolver o desejo do cliente. As pessoas tendem a achar que planejar é ter fórmulas – e é tudo o que planejar não é.

Metodologias existem e devem ser praticadas, mas a conquista se dá pelo insight. Quanto mais perspectiva de visão o planejador tiver de determinado problema, mais encantado ficará o anunciante. Ele normalmente vê o problema por um único ângulo. Quando você olha sempre pelo mesmo ângulo, não sai do lugar porque todas as respostas já foram formuladas. O planejador, obrigatoriamente, tem de olhar as coisas por ângulos diferentes. Assim, ele vai oxigenar o processo e provavelmente vai conseguir mover o problema. O bom planejador é aquele que olha o problema por um ângulo diferente.

Claro que você precisa ter inteligência emocional para tratar com o cliente – você deve ser diferente, mas não se alienar da sociedade. Mesmo diante de um cliente bem convencional com um produto convencional para público convencional – e especialmente neste caso -, ser diferente faz a diferença. Como o produto já é bem maduro, tudo já foi bastante usado. A velocidade do mercado, o nível de obsolescência das estratégias, tudo é muito alto. Você tem de se renovar a cada campanha, tem de ser extraordinário para se destacar, senão perde o cliente para alguém que veio com algo novo. Por regra, quanto mais commodity for o produto, mais extraordinário tem de ser o planejamento. Prova disso é o Omo, a segunda marca mais valiosa do Brasil, muito antiga e absolutamente commodity, mas que tem uma comunicação extraordinária.

O pior erro

O pior erro do planejador é se afastar das demais ferramentas de marketing – produto, preço e ponto de venda. Ele precisa entender de promoção, marketing direto, assessoria de imprensa e outras facetas da comunicação, mas principalmente de outras alavancas de marketing, que vão fazer diferença nos resultados do cliente. A publicidade não faz milagre. Nem sempre é possível atrair mais consumidores só com a publicidade. É preciso também as demais alavancas de marketing para poder converter novos consumidores. É verdade que ainda temos no Brasil muitos segmentos de produtos e serviços com baixa penetração, nesses casos, as ferramentas de comunicação geralmente bastam para impulsionar as vendas. Mas quando a penetração do produto já é maior, é indispensável usar todas as ferramentas de marketing, associando-as às de comunicação.

Nestas horas, é preciso coragem para analisar a situação do cliente e dizer a ele que, antes da publicidade, talvez seja preciso resolver a questão do preço, do posicionamento do produto, do arranjo e do treinamento da equipe de vendedores etc. É preciso ter a coragem de dizer ao cliente que, no caso dele, sem resolver antes estes problemas, a publicidade pode apenas piorar a situação, maximizando as perdas. Ele vai chegar na gôndola e ver um produto mal posicionado, de preço alto, sem condições de concorrer. Não vai servir de nada o trabalho de comunicação, e o cliente acaba cobrando isso da agência. Às vezes, o milagre vem graças a outras coisas, como a distribuição, o preço, o ponto de venda.

O bom planejador

Considero o bom planejador aquele que passou na faculdade ou na pós-graduação por alguma metodologia científica – engenharia, arquitetura, até medicina. Quando você passou por um curso desses, consegue entender melhor metodologias científicas, coisas como a lei de ação e reação, a lógica, o racionalismo -, e isso o ajuda a pensar, faz de você um cara que sabe pensar.

Falta na maioria das faculdades, hoje, fazer o aluno raciocinar. E planejamento é raciocínio. O planejador que não tem raciocínio lógico não pode ser planejador. Com lógica, você pega qualquer problema para resolver. Por isso gosto de contratar gente que passou por cursos onde há bases sólidas em metodologias científicas. Se há de haver um academicismo, este é a lógica.

Sociologia também é importante: nunca se precisou tanto dela. A economia digital tem contribuído muito para o planejador entender os raciocínios lógicos contemporâneos. Quando você fala de comunidade de web, de mídia social, fala de sociologia. Minha recomendação é a leitura de autores que teçam teorias sobre redes sociais e de comportamento humano no mundo digital porque, delas, você consegue extrapolar para outros universos. As ciências sociais nunca tiveram tanta importância na comunicação quanto hoje.

E depois?

O que se faz depois do plano desenhado e posto em prática? De novo: como o planejamento é um processo, todos que participaram dele devem vigiá-Io. O planejador pode ser o líder do processo, mas não há problema algum em alguém da agência assumir este processo. Planejar não é processo autoral, ao contrário da criação. É um processo coletivo, até porque se não fosse, um planejador teria de ser o super-homem, um iluminado.

Conteúdo retirado do Blog Oficial da Wegacom: www.nawega.com




Slogans da Coca-Cola & Metallica

3 04 2009

Não é de hoje que a Coca-Cola é uma referência de 4p’s (os 4p’s, para quem é alheio as teorias de marketing são a base do marketing e significam: Produto, Preço, Praça (ou entenda como Canais de Distribuição) e Promoção (ou, simplesmente, Comunicação) tanto no dia-a-dia como no mercado profissional, como nas universidades através dos cases studies e etc.

Por isso, como curiosidade, resolvi postar os slogans que já foram usados pela Coca-Cola ao longo da sua história que, afinal, dão o tom das maravilhosas campanhas que vemos da coca na TV. Lá vai:

800px-coca-cola_logo_svg

Slogans Utilizados:

1886 Drink Coca-Cola Beba Coca-Cola*
1904 Delicious And Refreshing Deliciosa e Refrescante
1905 Coca-Cola Revives And Sustains Coca-Cola Revive e Sustenta
1906 The Great National Temperance Drink A Grande Bebida da Temperança Nacional
1917 Three Million A Day Três Milhões Por Dia
1922 Thirst Knows No Season Sede Não Tem Estação
1925 Six Million A Day Seis Milhões Por Dia
1927 Around The Corner From Everywhere Ao Redor De Uma Esquina de Qualquer Lugar
1929 The Pause That Refreshes A Pausa Que Refresca
1932 Ice-Cold Sunshine Nascer Do Sol Bem Gelado
1938 The Best Friend Thirst Ever Had O Melhor Amigo Que a Sede Já Teve
1939 Coca-Cola Goes Along Coca-Cola Vai Junto
1942 Wherever You Are,
Whatever You Do,
Wherever You May Be,
When You Think Of Refreshment,
Think Of Ice-Cold Coca-Cola
Em Qualquer Lugar Que Você Está,
O Que Você Faça,
Em Qualquer Lugar Que Você Esteja,
Quando Você Pensa Em Refrescar-se,
Pense Numa Coca-Cola Bem Gelada
1942 The Only Thing Like Coca-Cola Is Coca-Cola Itself. It’s The Real Thing. A Única Coisa Como Coca-Cola é A Própria Coca-Cola. É a Coisa Real
1948 Where There’s Coke, There’s Hospitality Onde Há Coca, Há Hospitalidade
1949 Coca-Cola…Along The Highway To Anywhere Coca-Cola … Junto Da Estrada para Qualquer Lugar
1952 What You Want Is A Coke O Qua Você Quer É Uma Coca
1956 Coca-Cola…Making Good Things Taste Better Coca-Cola … Fazendo Coisas Boas Com Melhor Sabor
1957 Sign Of Good Taste Sinal De Bom Gosto
1958 The Cold, Crisp Taste Of Coke O Sabor Gelado, Ondulado de Coca-Cola
1959 Be Really Refreshed Esteja Realmente Refrescado
1963 Things Go Better With Coke Coisas Vão Melhor Com Coca
1970 It’s The Real Thing É a Coisa Real
1971 I’d Like To Buy The World A Coke Eu Gostaria de Comprar ao Mundo Uma Coca
1975 Look Up America Olhe pra cima, América
1976 Coke Adds Life Coca dá Vida
1979 Have A Coke And A Smile Tenha Uma Coca E Um Sorriso
1982 Coke Is It! Coca-Cola é Isso Aí*
1985 We’ve Got A Taste For You (Coca-Cola And Coca-Cola Classic) America’s Real Choice Nós Conseguimos um Sabor Pra Vocês (Coca-Cola E Coca-Cola Classic) Escolha Real Da América
1986 Catch The Wave (Coca-Cola) Red White & You (Coca-Cola classic) Pegue A Onda (Coca-Cola) Vermelho Branco & Você (Coca-Cola Classic)
1989 Can’t Beat The Feeling Emoção Pra Valer*
1990 Can’t Beat The Real Thing Coca-Cola é o que é*
1993 Always Coca-Cola Sempre Coca-Cola*
1999 Enjoy coke Curta Coca Cola*

* Slogans usados no Brasil.

Por hoje é só, voltareeeeeemos.

Abç, Adriano Brandão

Now Playing: METALLICA & SAN FRANCISCO ORCHESTRA (S&M) – Hero of the Day

Metallica tocando com a Orquestra Sinfonica de São Francisco: um momento épico da Música Mundial.

Em 21 e 22 de Abril de 1999 aconteceu seguramente um dos grandes momento da história do Heavy Metal mundial. O Metallica, uma das mais famosas e requisitadas bandas deste gênero, mostraria ao mundo que a linguagem das partituras vai além de estilos e tipos diferentes de gostos musicais. Em um projeto ousado e conduzido pelo excelente maestro Michael Kamem, o Metallica fez duas incriveis apresentações ao lado da Orquestra Sinfônica de São Francisco.

Mas como uma banda de Heavy Metal pode tocar ao lado de ma das mais famosas orquestras de música clássica do mundo? Bom, com uma incrível habilidade, Michael Kamen arranjou novamente todas as músicas para que pudesse acontecer este concerto. Em dois dias de show, o Metallica aproveitou para registrar este feito histórico em um excelente DVD, que inclusive tenho aqui comigo, e recomendo a todos que puderem comprar.

AVISO: Para aqueles que acham que Metallica é só um monte de guitarra distorcida e quebração de guitarra… pera lá, não é bem assim. O Metallica transita ao longo de sua carreira por diversos tipos de momentos que vão do Hardcore total até músicas que chegam a tornar-se baladas em determinados momentos, sempre dentro de um contexto interessante e uma grande versatilidade na sua composição.

Um pouco antes no ano de 1999, para quem se lembra, o Metallica fez show em Porto Alegre, no Jockey Club (e eu estava lá!), no mesmo período que o KISS também fez show aqui – e também no Jockey (e eu também estava la’… e falarei do Kiss nos próximos posts.).

Abaixo a capa do DVD Metallica S&M e link para comprá-lo online.

Capa do DVD Metallica S&M

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Como conduzir a colaboração na Gestão de Marcas

17 03 2009

Hoje em dia existem diversas formas de como pode-se conduzir a Gestão de Marca de uma empresa. Três delas dominam basicamente esse cenário e todas possuem prós e contras.

Modelo 1Agência de Comunicação Integrada (One-Stop-Shop Agency): Este modelo surge com as agência tradicionais de Propaganda no inicio do século XX. Agência de propaganda normalmente eram as responsáveis por gerenciar a marca dos seus clientes e isto continua hoje em dia. Contudo, as agência passaram a ser multidisciplinares e acumular varios tipos de conhecimentos e áreas específicas dentro de sua própria estrutura. Outra forma são as holdings que acumulam diversas agências de várias especialidades dentro do seu guarda chuva, como por exemplo o grupo ABC do Nizan Guanaes que possui cerca de 10 agência de comunicação onde cada uma delas tem uma especialidade: Propaganda, Eventos, Marketing Promocional, Internet, etc.

modelo11

Modelo 2 - Consultoria de Branding: Este modelo é uma variação do Modelo 1. Aqui o cliente opera com uma agência líder mas possui um consultor que planeja e administra o projeto, inclusive orientando a agência. Esta é uma forma positiva de trabalhar pois você pode escolher os fornecedores mais adequados para o que a empresa precisa: tanto uma agência com excelente departamento de criação quanto um consultor de marca muito experiente.

Modelo 3House Agency: Neste modelo a empresa tem todo departamente de comunicação e estratégia em Branding internos, ou seja, todas ações partem de dentro de sua própria equipe. O lado negativo nisto é que o trabalho tende a ficar “viciado” devido a contaminação que os profissionais de comunicação tem por estarem presentes no dia-a-dia da empresa e seus problemas e crenças. O lado positivo é que todas informações ficam sob controle da própria agência.

Todos modelos apresentam prós e contras. O importante é ver qual destas ferramentas se adapata melhor a sua necessidade. Qual você escolheria?

Obs. Teoria relativas ao livro The Brand Gap, de Marty Neumeier. Editora Bookman

Aquele abraço!

Adriano Brandão – adriano@wegacom.com.br

Now Playing: Coldplay – Warning Sign live at AOL Sessions





A Teoria das Relações Humanas

17 03 2009

A Teoria das Relações Humanas é um dos capítulos que mais me agradam dentro do livro de Introdução à Teoria Geral da Administração (ver Idalberto Chiavenato, Editora Campus). Esta teoria pela primeira vez na história atribui a devida importância a fatores como motivação, liderança, comunicação, dinâmicas de grupo, etc sendo tratados como fatores determinantes no sucesso de uma organização. Dentro desta teoria, destaca-se a Influências da Motivação Humana onde a influência da motivação no comportamento das pessoas passa a ser estudado mais a fundo. Segundo essa teoria, existem três níveis de Necessidades Humanas Básicas ou estágios de Motivação:

1.Necessidades Fisiológicas;

2.Necessidades Psicológicas, e;

3.Necessidades de Auto-realização.

As necessidades Fisiológicas são consideradas vitais para a sobrevivência do ser humano. São inatas e instintivas: alimentação, sono, atividades físicas e sexuais, abrigo e proteção física contra perigos. Já as necessidades Psicológicas são consideradas secundárias e estão em um nível mais complexo de entendimento e satisfação. Segundo esta Teoria, dificilmente o homem satisfaz esta as Necessidades Psicológica de forma plena, que vão se desenvolvendo e se sofisticando gradativamente.

São estas as Necessidades Psicológicas principais:

a.Necessidade de Segurança íntima;

b.Necessidade de Participação;

c.Necessidade de auto-confiança, e;

d.Necessidade de afeição.

O terceiro grupo é o de Necessidades de Auto-realização. Esta categoria possui uma sofisticação maior e decorrem da educação e da cultura do indivíduo. Assim como o grupo 2, aqui dificilmente o homem atinge a plenitude de realização pois estará sempre buscando novas formas de se auto-realizar estabelecendo metas que tendem a crescer conforme a etapa anterior é atingida. Aqui o ser humano tentará estar em contínuo desenvolvimento no sentido mais elevado do termo.

Reflita sobre isso no contexto da sua empresa, produtos e serviços. Acho um exercício importante tentarmos enxergar nossos clientes nestes muitos aspectos e teorias pois elas acabam traçando um perfil mais aproximado daquilo que pode ser válido e acabar funcionando, numa eventual ação de vendas ou promocional – no caso específico aqui da agência. Faz sentido pra você?

Maiores detalhamentos desta e outras teorias, email-me em adriano@wegacom.com.br.

Até mais!

Adriano Brandão

Now Playing: Carlo Dallanese – Monday (Diego Logic Rmx)







O Significado das Cores para Marcas

13 03 2009

Recebido via Twitter dos Comunicadores. Sobre as cores e marcas! Pra quem está querendo criar sua marca ou redesenha-la e não sabe que cores usar, segue como dica:

Cores das Marcas

Inauguro uma subseção do meu blog que acompanhará todos meus próximos posts. No final de cada postagem colocarei a playlist do momento, dividindo com vocês a trilha sonora que estava no ar durante as postagens, já que em quase 100% dos momentos tem alguma coisa tocando no meu notebook. Sempre que houver disponível, colocarei o link pro YouTube! para que a música possa ser acessada.

Now Playing: John Mayer – Say (Theme form The Bucket List Movie)

Cena do filme "The Bucket List" com Morgan Freeman e Jack Nicholson

Cena do filme "The Bucket List" com Morgan Freeman e Jack Nicholson

Até!

Adriano Brandão





A Motivação segundo Maslow

13 03 2009

Está muito clara a importância da conexão emocional e psicológica entre uma marca e o consumidor desta marca. Com o crescimento da oferta geral de bens, produtos e serviços ao longo das décadas (processo iniciado na revolução industrial), houve uma natural comoditização de quase todos os setores e tornou-se cada vez mais importante do papel da marca no momento de tomada de decisão de compra. Mas como em qualquer relação onde deve obrigatoriamente haver reciprocidade e por mais que você se esforce para aproximar e cativar seu cliente, você conseguirá ser responsável por no máximo 50% deste processo de fidelização. E por quê? Simples. Porque os consumidores são seres com vontades e motivações próprias.

Ao longo dos anos diversas teorias sobre motivação dos seres humanos foram escritas. Algumas delas são as bases para o raciocínio lógico que encontramos presentes nos mercados de comunicação e administração. Uma destas Teorias, e que é até hoje uma das mais citadas, é a famosa Teoria de Maslow.

Abraham Maslow identificou que os seres humanos são motivados por necessidades específicas mas que nem sempre são iguais, variando muito de acordo com o momento vivido pelo indivíduo. A partir disto, Maslow concluiu que a lógica humana das motivações segue a seguinte hierarquia, disposta da mais urgente para a menos urgente:

1.Necessidades Fisiológicas; (a mais urgente)

2.Necessidades de Segurança;

3.Necessidades Sociais (amor e relacionamento);

4.Necessidades de Estima e;

5.Necessidades de Auto-realização. (a menos urgente)

hierarquia_das_necessidades_de_maslow

Desta forma, a Teoria de Maslow aponta que em geral um indivíduo deverá satisfazer uma necessidade mais urgente para passar para a próxima necessidade. Por exemplo, um homem que não tem onde morar (Necessidade 1) não terá interesse em ser considerado o funcionário do mês de sua empresa (necessidade 4) e também não estará preocupado se foi descoberta a cura pra uma doença rara (necessidade 5). Assim que ele conseguir um teto para morar, ele conseguirá ver a próxima necessidade de forma relevante, pois já não terá mais aquela preocupação anterior, liberando assim esse gap que antes estava ocupado.

Eu particularmente gosto bastante desta teoria. Reflitam sobre ela. Logo mais postarei mais conteúdo sobre motivação.

Até lá!

Adriano Brandão
adriano@wegacom.com.br





A Evolução de algumas Marcas

13 03 2009

Recebi via Twitter um link interessante e repasso a vocês. Trata-se da evolução da logotipia de algumas marcas famosas. Clique abaixo para abrir em uma nova janela.

http://chmkt.blogspot.com/2009/03/evolucao-das-marcas.html

Um abraço!

Adriano Brandão

visite também: www.nawega.com





A Brand Map Tool – Continuação

11 03 2009

Well,

Tendo visto um pouco sobre as Brand Stars, falemos dos Product Planets que no nosso sistema solar imaginário, são os Planetas que orbitam em torno do sol (Marca). Analisando apenas o contexto de mercado, já é sabido que mudamos da era do produto (momento este em que primeiro, produzia-se um produto e depois pensava-se onde e para quem ele seria vendido), para a era do marketing (quando antes de produzir um produto, as empresas primeiro vão até o mercado encontrar eventuais gaps para suprir as oportunidades e demandas solicitadas pelos clientes e prospects).

Os Product Planets seguem a mesma lógica das Brand Stars, ou seja, são 5 camadas onde cada uma delas especifica um ponto importante de determinado produto. São elas:

productplanets_full

Camada 1: PLANET CORE: A essência daquilo que o produto representa; funcionalidade nata.

Camada 2: PLANET ENVIRONMENT: Características racionais, carcterísticas de diferenciação, atributos de performance, e “herança genética” (raiz) do produto.

Camada 3: PLANET POPULATION: Perfil do consumidor desejado para adquirir este produto e também o consumir que é retido e fidelizado.

Camada 4: PLANET BENEFIT: Motivo pelo qual você compraria o produto.

Camada 5: PLANET ATMOSPHERE: Facetas emocionais da personalidade do produto: Como ele é fisicamente, sons caracteristicos, o que ele faz, que gosto ele tem, como ele cheira, etc.

Frente a essa teoria, fica mais fácil organizar um sistema solar próprio onde possamos posicionar facilmente nossos produtos/serviços e marcas. Fazer este exercicio para a concorrência pode ser uma excelente forma de achar oportunidades e falhas do adversário. Pensar estrategicamente fazendo analogias deste tipo, lhe permitirá pouco-a-pouco entender qual a melhor forma de posicionar seu produto e marca para seu público-alvo e mercado.

Boa sorte com a nova teoria, e falamos em breve.

Um abraço!

Adriano Brandão

Acessem também o  www.nawega.com





Open!

10 03 2009

Olá pessoal,

Inaugura hoje o Nawega.com, blog da Wegacom Propaganda e Marketing e eu ficarei responsável por falar um pouco sobre Branding, ou em bom português, Gestão de Marcas.

E o que são marcas? Bom, marcas são símbolos que contem dentro deles um DNA próprio e traduz visualmente a identidade de uma corporação inteira. Esse DNA é moldado através de muitas variáveis que vão desdea forma como a telefonista atende o telefone, até o design mais moderno que o produto pode assumir numa prateleira.

O Branding passou a ser tema de estudo e muito já se tem de bibliografia pois ficou clara a necessidade das empresas em se diferenciarem da concorrência em um mercado cada vez mais competitivo. Todos os pontos de contato de uma empresa com clientes, fornecedores e até colaboradores deve ser estrategicamente planejado de forma a tornar sua essência percebida.

Uma marca deve evoluir conforme o tempo passa, e isso tem a ver com atitude, objetivos e o próprio design dela. Isto porque uma organização é exatamente como um ser humano: Adaptável. E toda empresa deve saber se adaptar ao ambiente em que ela vive. Considere o exemplo da Olivetti, antiga empresa qiue fabricava Máquinas de Escrever. A Olivetti fez muito sucesso ao longo de sua história até o dia em que o primeiro PC foi vendido. Apostando na tradição da sua marca e produto, o “Sr. Olivetti” apostou que o novo advento da tecnologia nao seria capaz de tomar seu lugar no mercado e o que aconteceu com o mercado de máquinas de escrever? Foi parar no cantinho de um museu. Dai a importância das marcas evoluirem. Postarei juntamente um video da evolução da marca Pepsi.

Como sugestão inicial, fica aqui minha recomendação de leitura para quem quiser se aprofundar um pouco mais neste fantástico universo das marcas: Construindo Marcas Fortes, de David Aaker.

Em seguida, começarei a postar cases, teoria e reflexões mais aprofundadas sobre o tema.

Um abraço a todos!

Adriano Brandão