A Teoria das Relações Humanas

17 03 2009

A Teoria das Relações Humanas é um dos capítulos que mais me agradam dentro do livro de Introdução à Teoria Geral da Administração (ver Idalberto Chiavenato, Editora Campus). Esta teoria pela primeira vez na história atribui a devida importância a fatores como motivação, liderança, comunicação, dinâmicas de grupo, etc sendo tratados como fatores determinantes no sucesso de uma organização. Dentro desta teoria, destaca-se a Influências da Motivação Humana onde a influência da motivação no comportamento das pessoas passa a ser estudado mais a fundo. Segundo essa teoria, existem três níveis de Necessidades Humanas Básicas ou estágios de Motivação:

1.Necessidades Fisiológicas;

2.Necessidades Psicológicas, e;

3.Necessidades de Auto-realização.

As necessidades Fisiológicas são consideradas vitais para a sobrevivência do ser humano. São inatas e instintivas: alimentação, sono, atividades físicas e sexuais, abrigo e proteção física contra perigos. Já as necessidades Psicológicas são consideradas secundárias e estão em um nível mais complexo de entendimento e satisfação. Segundo esta Teoria, dificilmente o homem satisfaz esta as Necessidades Psicológica de forma plena, que vão se desenvolvendo e se sofisticando gradativamente.

São estas as Necessidades Psicológicas principais:

a.Necessidade de Segurança íntima;

b.Necessidade de Participação;

c.Necessidade de auto-confiança, e;

d.Necessidade de afeição.

O terceiro grupo é o de Necessidades de Auto-realização. Esta categoria possui uma sofisticação maior e decorrem da educação e da cultura do indivíduo. Assim como o grupo 2, aqui dificilmente o homem atinge a plenitude de realização pois estará sempre buscando novas formas de se auto-realizar estabelecendo metas que tendem a crescer conforme a etapa anterior é atingida. Aqui o ser humano tentará estar em contínuo desenvolvimento no sentido mais elevado do termo.

Reflita sobre isso no contexto da sua empresa, produtos e serviços. Acho um exercício importante tentarmos enxergar nossos clientes nestes muitos aspectos e teorias pois elas acabam traçando um perfil mais aproximado daquilo que pode ser válido e acabar funcionando, numa eventual ação de vendas ou promocional – no caso específico aqui da agência. Faz sentido pra você?

Maiores detalhamentos desta e outras teorias, email-me em adriano@wegacom.com.br.

Até mais!

Adriano Brandão

Now Playing: Carlo Dallanese – Monday (Diego Logic Rmx)







A Brand Map Tool – Continuação

11 03 2009

Well,

Tendo visto um pouco sobre as Brand Stars, falemos dos Product Planets que no nosso sistema solar imaginário, são os Planetas que orbitam em torno do sol (Marca). Analisando apenas o contexto de mercado, já é sabido que mudamos da era do produto (momento este em que primeiro, produzia-se um produto e depois pensava-se onde e para quem ele seria vendido), para a era do marketing (quando antes de produzir um produto, as empresas primeiro vão até o mercado encontrar eventuais gaps para suprir as oportunidades e demandas solicitadas pelos clientes e prospects).

Os Product Planets seguem a mesma lógica das Brand Stars, ou seja, são 5 camadas onde cada uma delas especifica um ponto importante de determinado produto. São elas:

productplanets_full

Camada 1: PLANET CORE: A essência daquilo que o produto representa; funcionalidade nata.

Camada 2: PLANET ENVIRONMENT: Características racionais, carcterísticas de diferenciação, atributos de performance, e “herança genética” (raiz) do produto.

Camada 3: PLANET POPULATION: Perfil do consumidor desejado para adquirir este produto e também o consumir que é retido e fidelizado.

Camada 4: PLANET BENEFIT: Motivo pelo qual você compraria o produto.

Camada 5: PLANET ATMOSPHERE: Facetas emocionais da personalidade do produto: Como ele é fisicamente, sons caracteristicos, o que ele faz, que gosto ele tem, como ele cheira, etc.

Frente a essa teoria, fica mais fácil organizar um sistema solar próprio onde possamos posicionar facilmente nossos produtos/serviços e marcas. Fazer este exercicio para a concorrência pode ser uma excelente forma de achar oportunidades e falhas do adversário. Pensar estrategicamente fazendo analogias deste tipo, lhe permitirá pouco-a-pouco entender qual a melhor forma de posicionar seu produto e marca para seu público-alvo e mercado.

Boa sorte com a nova teoria, e falamos em breve.

Um abraço!

Adriano Brandão

Acessem também o  www.nawega.com





Open!

10 03 2009

Olá pessoal,

Inaugura hoje o Nawega.com, blog da Wegacom Propaganda e Marketing e eu ficarei responsável por falar um pouco sobre Branding, ou em bom português, Gestão de Marcas.

E o que são marcas? Bom, marcas são símbolos que contem dentro deles um DNA próprio e traduz visualmente a identidade de uma corporação inteira. Esse DNA é moldado através de muitas variáveis que vão desdea forma como a telefonista atende o telefone, até o design mais moderno que o produto pode assumir numa prateleira.

O Branding passou a ser tema de estudo e muito já se tem de bibliografia pois ficou clara a necessidade das empresas em se diferenciarem da concorrência em um mercado cada vez mais competitivo. Todos os pontos de contato de uma empresa com clientes, fornecedores e até colaboradores deve ser estrategicamente planejado de forma a tornar sua essência percebida.

Uma marca deve evoluir conforme o tempo passa, e isso tem a ver com atitude, objetivos e o próprio design dela. Isto porque uma organização é exatamente como um ser humano: Adaptável. E toda empresa deve saber se adaptar ao ambiente em que ela vive. Considere o exemplo da Olivetti, antiga empresa qiue fabricava Máquinas de Escrever. A Olivetti fez muito sucesso ao longo de sua história até o dia em que o primeiro PC foi vendido. Apostando na tradição da sua marca e produto, o “Sr. Olivetti” apostou que o novo advento da tecnologia nao seria capaz de tomar seu lugar no mercado e o que aconteceu com o mercado de máquinas de escrever? Foi parar no cantinho de um museu. Dai a importância das marcas evoluirem. Postarei juntamente um video da evolução da marca Pepsi.

Como sugestão inicial, fica aqui minha recomendação de leitura para quem quiser se aprofundar um pouco mais neste fantástico universo das marcas: Construindo Marcas Fortes, de David Aaker.

Em seguida, começarei a postar cases, teoria e reflexões mais aprofundadas sobre o tema.

Um abraço a todos!

Adriano Brandão